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1º ANIVERSÁRIO DO COMPLEXO HOSPITALAR PEDRO MARIA TONHA "PEDALÉ"

Governo 30-10-2026
MINSA REFORÇA QUALIDADE DOS SERVIÇOS HOSPITALARES E SEGURANÇA DO DOENTE

Programa-piloto de qualidade e acreditação hospitalar deverá apresentar resultados concretos no primeiro trimestre de 2027, com apoio técnico da Organização Mundial da Saúde
O Ministério da Saúde (MINSA) está a reforçar as medidas destinadas à melhoria da qualidade dos serviços hospitalares e à segurança do doente, através da implementação de instrumentos de avaliação, do fortalecimento das comissões técnicas especializadas e da formação contínua dos profissionais de saúde.
Neste âmbito, o MINSA, em colaboração com a Organização Mundial da Saúde (OMS), realiza, nesta Quinta -feira, 29 de Outubro, no Complexo Hospitalar de Doenças Cardiopulmonares Cardeal Dom Alexandre do Nascimento, em Luanda, um workshop sobre Qualidade na Saúde e Segurança do Doente, orientado para a identificação de desafios e a definição de acções prioritárias para a melhoria da assistência nas unidades sanitárias do país.

A iniciativa enquadra-se nos esforços de modernização do sector, que incluem o reforço das competências dos profissionais, a introdução de novas tecnologias e a melhoria das infra-estruturas hospitalares, com o objectivo de proporcionar cuidados de saúde mais seguros, eficientes e humanizados à população.

Ao intervir no encontro, o secretário de Estado para a Área Hospitalar, Dr. Leonardo Europeu Inocêncio, destacou a importância do envolvimento directo dos gestores hospitalares na implementação de medidas que garantam a qualidade dos serviços e a segurança dos doentes.

O governante sublinhou que estas prioridades estão alinhadas com o Plano de Desenvolvimento Nacional 2023–2027, que prevê a implementação de um programa de qualidade e acreditação das unidades hospitalares, o fortalecimento dos sistemas de referência e contra-referência e a expansão das unidades hospitalares de referência e de alta complexidade.

Para a concretização destes objectivos, defendeu uma actuação coordenada entre directores-gerais, directores clínicos, responsáveis de enfermagem e profissionais das áreas de laboratório, farmácia e demais serviços hospitalares.
O secretário de Estado realçou igualmente a necessidade de assegurar o funcionamento efectivo das comissões técnicas de Qualidade, Farmácia e Terapêutica, Controlo de Infecção Hospitalar, Óbitos e Auditoria Clínica, considerando-as fundamentais para a melhoria dos processos assistenciais, a utilização segura dos medicamentos e a prevenção de riscos associados à prestação de cuidados de saúde.

Entre as medidas anunciadas, destaca-se a intenção de avançar com um programa-piloto de qualidade e acreditação hospitalar, com a perspectiva de apresentar, até ao primeiro trimestre de 2027, resultados concretos numa unidade ou área hospitalar.
A iniciativa deverá permitir acompanhar os progressos alcançados, identificar insuficiências e estabelecer medidas correctivas, promovendo uma cultura institucional orientada para a avaliação dos resultados e a melhoria contínua dos serviços.
Leonardo Inocêncio apelou, neste sentido, aos gestores hospitalares para transformarem os compromissos assumidos em acções concretas e verificáveis, reforçando a organização dos serviços e a formação permanente dos profissionais.
No quadro da cooperação técnica, a OMS reafirmou a sua disponibilidade para apoiar o MINSA no desenvolvimento de mecanismos de qualidade e segurança do doente, através da partilha de conhecimentos e da assistência especializada às equipas nacionais.
O apoio técnico está estruturado em duas fases. A primeira, com a duração de uma semana, compreende encontros de auscultação, visitas a unidades hospitalares e um workshop de reflexão conjunta, destinados à identificação dos principais desafios e à definição de um roteiro de acções prioritárias.
A segunda fase está prevista para decorrer entre Fevereiro e Abril de 2027, durante três meses, período em que o especialista da OMS, professor Dr. Walter Fonseca, deverá trabalhar directamente com as equipas nacionais, apoiando o acompanhamento e a implementação das medidas definidas.

O encontro reuniu directores-gerais de unidades hospitalares, directores clínicos, responsáveis de enfermagem, profissionais de laboratório, farmácia e outros técnicos de saúde provenientes de diferentes províncias do país.
Com esta iniciativa, o Ministério da Saúde pretende consolidar mecanismos de avaliação e melhoria contínua dos serviços hospitalares, reforçando a prevenção de riscos, a segurança dos doentes e a qualidade da assistência prestada à população angolana.

Fonte: GTICI — Ministério da Saúde Luanda, 28 de Outubro de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA
Governo 29-10-2026
ANGOLA LANÇA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA EM NEUROFISIOLOGIA CLÍNICA PARA REFORÇAR O DIAGNÓSTICO DAS DOENÇAS NEUROLÓGICAS

ANGOLA LANÇA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA EM NEUROFISIOLOGIA CLÍNICA PARA REFORÇAR O DIAGNÓSTICO DAS DOENÇAS NEUROLÓGICAS

Iniciativa inédita do Ministério da Saúde já envolve 20 profissionais e prevê abranger cerca de 200 quadros do Serviço Nacional de Saúde, com vista à expansão do diagnóstico especializado e à melhoria da assistência aos cidadãos

Angola deu, esta Quinta-feira, 29 de Outubro, um passo estratégico no desenvolvimento da medicina neurológica, com a abertura oficial do II Simpósio Angolano de Neurofisiologia e o lançamento do curso de especialização em Neurofisiologia Clínica, uma iniciativa inédita no país que visa reforçar a capacidade nacional de diagnóstico, monitorização e acompanhamento das doenças do sistema nervoso.

O acto de abertura foi presidido pelo secretário de Estado para a Saúde Pública, Dr. Carlos Alberto Pinto de Sousa, em representação de Sua Excelência a ministra da Saúde, Dra. Sílvia Paula Valentim Lutucuta, e marcou o início de uma nova etapa na formação de profissionais especializados e no fortalecimento das competências técnico-científicas do sector da saúde.

A cerimónia contou com a presença do secretário de Estado para a Área Hospitalar, Dr. Leonardo Inocêncio; da directora nacional dos Hospitais, Dra. Francisca Quifica; do director-geral do Instituto de Especialização em Saúde (IES), Dr. Djamel Kitumba; e do coordenador e gestor técnico da Unidade de Implementação do Projecto de Formação de Recursos Humanos em Saúde (UIP-PFRHS), Prof. Doutor Job Monteiro.
Participaram igualmente membros do Conselho de Direcção do Ministério da Saúde, directores de unidades hospitalares e responsáveis das áreas pedagógicas, professores e especialistas brasileiros, médicos neurologistas, representantes da Sociedade Angolana de Neurologia e de instituições de ensino e formação, bem como os profissionais envolvidos nas acções de capacitação em Neurofisiologia.

Entre os convidados internacionais destacou-se o Prof. Doutor Fernando Cendes, da Universidade Estadual de Campinas, no Brasil, cuja participação reforça a cooperação científica entre Angola e instituições de referência na área das neurociências.
Na sua intervenção, o secretário de Estado para a Saúde Pública sublinhou que a iniciativa representa mais do que um encontro científico, constituindo um marco para o desenvolvimento da formação especializada em Angola.
“Hoje não nos reunimos apenas para partilhar ciência. Reunimo-nos para sinalizar um marco: o arranque em Angola da formação especializada em Neurofisiologia Clínica, uma subespecialidade que até hoje nunca foi ministrada no nosso país”, afirmou, em representação da ministra da Saúde.

O governante destacou a importância desta área para o diagnóstico e acompanhamento de diversas patologias neurológicas, sublinhando que a utilização de tecnologias modernas deve ser acompanhada por profissionais devidamente preparados, supervisão técnica e mecanismos de controlo da qualidade.
“-O equipamento, por si só, não faz o diagnóstico. A tecnologia só produz resultados quando é utilizada por profissionais bem preparados, com métodos adequados, supervisão técnica e garantias de qualidade”, salientou.

No âmbito desta iniciativa, 20 profissionais de saúde, provenientes de diferentes instituições e províncias do país, iniciaram, a 26 de Outubro, as acções de capacitação técnica, com enfoque na electroencefalografia e na monitorização neurofisiológica intra-operatória.
A formação pretende desenvolver competências para a realização e interpretação de exames especializados, contribuindo para diagnósticos mais precisos, maior segurança nos procedimentos clínicos e melhoria da qualidade dos cuidados prestados aos doentes.
A iniciativa prevê abranger, progressivamente, cerca de 200 profissionais do Serviço Nacional de Saúde, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e terapêutica e outros profissionais ligados às neurociências.
Uma das prioridades do programa consiste em reduzir as limitações no acesso aos exames neurofisiológicos especializados, sobretudo nas unidades sanitárias localizadas fora de Luanda, promovendo a descentralização do conhecimento e o reforço da capacidade de resposta das instituições de saúde.
O modelo de capacitação prevê que os profissionais desenvolvam competências para realizar exames nas respectivas unidades sanitárias, com acompanhamento dos formadores e apoio técnico contínuo na análise e interpretação dos resultados.
Este processo será articulado com a coordenação sediada no Hospital Geral do Exército Pedro Maria Tonha «Pedalé», em Luanda, onde decorrem actividades de capacitação técnica e formação especializada.
A estratégia pretende criar uma rede progressiva de profissionais qualificados, assegurando que a expansão dos serviços seja acompanhada por protocolos clínicos, supervisão adequada e mecanismos de garantia da qualidade.
Para o Ministério da Saúde, o desenvolvimento desta subespecialidade constitui uma resposta à necessidade de reforçar os recursos humanos especializados, melhorar a capacidade de diagnóstico e aproximar os serviços de saúde dos cidadãos.
O II Simpósio Angolano de Neurofisiologia decorre nos dias 29 e 30 de Outubro de 2026, na Escola Nacional de Administração e Políticas Públicas (ENAPP), em Luanda, reunindo especialistas nacionais e internacionais das áreas de Neurologia, Neurofisiologia, Fisiologia e Neurocirurgia.
O encontro promove a actualização científica, a partilha de experiências e a discussão de técnicas avançadas de diagnóstico e monitorização, num contexto de crescente necessidade de profissionais especializados no acompanhamento das doenças neurológicas.
O programa científico integra conferências e sessões técnicas sobre semiologia neurológica, electroencefalografia, electroneuromiografia, distonia, epilepsia refractária e monitorização neurofisiológica intra-operatória.
Entre os prelectores destacam-se o Prof. Doutor Alberto Martinez, que abordará a Semiologia Neurológica: Exame Neurológico Refinado; a Dra. Helena Beatriz Cordeiro e o Dr. Betuel, com intervenções sobre os aspectos normais da electroneuromiografia, a interpretação dos resultados e os limites do exame; e o Prof. Doutor João Adilson Ricardo Gama, que apresentará casos clínicos complexos, com enfoque na relação entre os padrões electrofisiológicos e o diagnóstico clínico.
O Prof. Doutor Carlos Alberto Martins Júnior abordará a avaliação da distonia, incluindo o estudo clínico e neurofisiológico, bem como os princípios e as aplicações da monitorização neurofisiológica intra-operatória na prática neurocirúrgica.
Por sua vez, o Prof. Doutor Job Monteiro apresentará o tema Aspectos normais do electroencefalograma: utilidade do EEG no diagnóstico da neurocisticercose, enquanto o Prof. Doutor Miguel Bettencourt Mateus irá reflectir sobre as perspectivas de evolução da electroencefalografia, através da abordagem Além das ondas: o futuro do EEG e do vídeo-EEG.
Um dos momentos de destaque será a intervenção do Prof. Doutor Fernando Cendes, que abordará os desafios do diagnóstico e tratamento da epilepsia refractária, com enfoque na avaliação neurofisiológica e na sua correlação com técnicas avançadas de neuroimagem, fundamentais para apoiar a identificação das zonas epileptogénicas e o planeamento terapêutico.
O Dr. Bruno Gumiero participará na abordagem sobre a implementação da monitorização neurofisiológica intra-operatória, desde a concepção do projecto até à realização das primeiras intervenções em casos neurocirúrgicos.
A diversidade de temas e especialistas reforça o carácter multidisciplinar do simpósio, promovendo a articulação entre assistência clínica, formação académica e investigação científica.
A iniciativa resulta da cooperação entre o sector público, o sector privado e a academia, envolvendo a Faculdade de Medicina da Universidade Agostinho Neto e especialistas brasileiros, numa abordagem orientada para o desenvolvimento sustentável da Neurofisiologia Clínica em Angola.
Na ocasião, o secretário de Estado para a Saúde Pública apelou aos formandos para que partilhem os conhecimentos adquiridos e os apliquem nas respectivas instituições, contribuindo para a consolidação desta área científica no país.
“O verdadeiro sucesso de uma formação especializada mede-se por aquilo que fica: conhecimento criado, capacidades desenvolvidas e competências que permanecem nas nossas instituições ao serviço da população”, sublinhou.
O governante salientou ainda que as doenças neurológicas afectam a autonomia e a qualidade de vida dos cidadãos, com repercussões nas famílias e na sociedade, pelo que o reforço da capacidade de diagnóstico constitui uma prioridade para a melhoria da assistência sanitária.
A formação em Neurofisiologia Clínica representa, neste sentido, um investimento em diagnósticos mais precisos, procedimentos mais seguros e cuidados de saúde de maior qualidade, contribuindo para o fortalecimento da capacidade técnica das instituições e para a expansão progressiva dos serviços especializados.
O simpósio e o curso enquadram-se nos esforços do Ministério da Saúde para reforçar a formação dos recursos humanos, desenvolver competências nacionais e melhorar a capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde.
A iniciativa é promovida pelo Ministério da Saúde, através do Instituto de Especialização em Saúde (IES) e da Unidade de Implementação do Projecto de Formação de Recursos Humanos em Saúde (UIP-PFRHS), com financiamento do Banco Mundial.
Ao declarar oficialmente abertos os trabalhos, o secretário de Estado para a Saúde Pública reafirmou o compromisso do Ministério da Saúde com a continuidade da formação especializada, o acompanhamento dos resultados e a consolidação de competências nacionais que permitam responder, de forma progressiva e sustentável, às necessidades da população.

FONTE: GTICI–IES/UIP-PFRHS, Ministério da Saúde, Luanda, 29 de Outubro de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA
Governo 29-10-2026
MINISTÉRIO DA SAÚDE CAPACITA 708 QUADROS EM GESTÃO DE STOCK E LOGÍSTICA HOSPITALAR NAS 21 PROVÍNCIAS

Formação financiada pelo Banco Mundial, no âmbito da parceria entre o Ministério da Saúde e a ENAPP, visa melhorar a gestão de medicamentos, consumíveis clínicos e equipamentos hospitalares em Angola

O Ministério da Saúde iniciou, a 26 de Outubro, o Curso de Gestão de Stock e Logística Hospitalar, que prevê capacitar 708 quadros do sector da saúde nas 21 províncias do país, com o objectivo de reforçar as competências técnicas dos profissionais responsáveis pelo aprovisionamento, armazenamento, controlo e distribuição de medicamentos e outros materiais essenciais ao funcionamento das unidades sanitárias.
A formação decorre em simultâneo em todo o território nacional, com equipas de gestores de curso e formadores mobilizadas para assegurar a execução das actividades pedagógicas e logísticas.

A iniciativa enquadra-se no Projecto de Formação de Recursos Humanos em Saúde (PFRHS), implementado através da Unidade de Implementação do Projecto (UIP), sob a coordenação do Ministério da Saúde e com financiamento do Banco Mundial, no âmbito da parceria institucional entre o Ministério da Saúde e a Escola Nacional de Administração e Políticas Públicas (ENAPP).

A disponibilidade de medicamentos, reagentes laboratoriais, consumíveis clínicos e equipamentos médicos é determinante para a continuidade dos cuidados e para a qualidade da assistência prestada à população.

Neste contexto, o curso visa dotar os participantes de ferramentas para melhorar o planeamento das necessidades, a previsão do consumo, o controlo de inventários e a organização dos armazéns hospitalares, bem como os procedimentos de aquisição, recepção, conservação e distribuição de produtos de saúde.
O programa contempla igualmente a gestão de riscos, a prevenção de perdas e desperdícios, o controlo de produtos próximos do prazo de validade e a utilização de sistemas de informação para optimizar os processos logísticos.

A aplicação destas competências poderá contribuir para uma utilização mais racional dos recursos públicos, maior controlo dos stocks e melhor organização da cadeia de abastecimento das unidades sanitárias.

Os 708 formandos integram categorias profissionais directamente ligadas à gestão de medicamentos, materiais e equipamentos hospitalares, nomeadamente farmacêuticos, técnicos de farmácia, técnicos de logística, gestores de armazém, técnicos da Central de Compras de Medicamentos e Meios Hospitalares e responsáveis de aprovisionamento.
Entre os conteúdos programáticos destacam-se o planeamento das necessidades, a previsão do consumo, o controlo de inventários, a gestão de armazéns, as compras e o aprovisionamento, a distribuição hospitalar e a monitorização de indicadores de desempenho.

A formação inclui ainda matérias sobre digitalização e optimização da gestão logística, com vista ao reforço da capacidade dos profissionais para identificar necessidades, antecipar dificuldades de abastecimento e apoiar a tomada de decisões com base em informação fiável.

Sob a orientação estratégica da ministra da saúde , Dra Sílvia Paula Valentim Lutucuta, o PFRHS prossegue a implementação de acções destinadas ao desenvolvimento das competências dos profissionais e ao fortalecimento da capacidade institucional do sistema nacional de saúde.
No quadro da execução do projecto, o Coordenador e Gestor Técnico da UIP/PFRHS, Prof. Dr. Job Monteiro, acompanha a operacionalização das iniciativas de formação orientadas para o reforço dos recursos humanos e a melhoria dos processos de gestão no sector.
A realização do curso nas 21 províncias reflecte a abrangência nacional da intervenção e a importância atribuída à capacitação dos profissionais que asseguram a gestão dos recursos materiais necessários ao funcionamento dos serviços de saúde.
Financiado pelo Banco Mundial, o PFRHS integra os esforços de formação e especialização dos recursos humanos em saúde, contribuindo para o desenvolvimento de competências técnicas e para a melhoria da qualidade dos serviços prestados à população angolana.

Fonte: GTICI – IES/UIP-PFRHS, Ministério da Saúde. Luanda, 27 de Outubro de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA
Governo 29-10-2026
SÍLVIA LUTUCUTA LANÇA CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO E APELA À MOBILIZAÇÃO DE TODOS PARA PROTEGER AS CRIANÇAS ANGOLANAS

Ministra da Saúde destaca o reforço da capacidade de vacinação no país e anuncia mais de 24 milhões de doses para a campanha contra a poliomielite, o sarampo e a febre amarela. Nações Unidas reafirmam apoio a Angola e defendem que nenhuma criança fique para trás.

A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, reafirmou o compromisso do Executivo angolano com a protecção da saúde infantil, ao destacar a vacinação como uma prioridade nacional e um investimento fundamental no futuro do país, durante o acto de lançamento da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, o Sarampo e a Febre Amarela, realizado esta Sexta-feira, 23 de Outubro.

Na sua intervenção, a governante sublinhou que a protecção das crianças constitui uma responsabilidade colectiva e uma condição essencial para o desenvolvimento de Angola, defendendo o envolvimento das famílias, das autoridades locais, dos profissionais de saúde, das organizações comunitárias e dos parceiros internacionais para o alcance das metas estabelecidas.
“A vacinação é gratuita, é segura e é o maior gesto de amor que podemos ter para com os nossos filhos”, enfatizou Sílvia Lutucuta, apelando aos pais e encarregados de educação para levarem as crianças aos postos de vacinação mais próximos, mesmo que já tenham recebido doses anteriormente.

A ministra salientou que a campanha decorrerá de 23 a 27 de Outubro, mobilizando mais de 24 milhões de doses de vacinas, num esforço destinado a reforçar a protecção das crianças angolanas contra doenças que continuam a representar riscos para a saúde pública.
Segundo a titular da pasta da Saúde, a operação contempla a vacinação contra a poliomielite e o sarampo em todo o território nacional, bem como a vacinação contra a febre amarela nas áreas abrangidas pela intervenção, de acordo com o planeamento definido pelas autoridades sanitárias.

Ao apresentar os avanços registados no sector, Sílvia Lutucuta destacou o financiamento das vacinas através do Orçamento Geral do Estado e a expansão da rede de serviços de vacinação como sinais do compromisso do Executivo com a saúde das populações.

De acordo com os dados apresentados pela ministra, o número de unidades sanitárias com serviços de vacinação aumentou de 1.508 para 2.244, tendo sido igualmente reforçada a cadeia de frio com a instalação de mais de 550 equipamentos solares, destinados a assegurar a conservação das vacinas e a ampliar o acesso aos serviços nas zonas mais remotas do país.

A governante acrescentou que o reforço da capacidade logística tem permitido melhorar as condições de armazenamento e distribuição das vacinas, contribuindo para que cheguem em condições adequadas às comunidades, incluindo as mais distantes dos principais centros urbanos.

Sílvia Lutucuta salientou, igualmente, que o Ministério da Saúde assegurará a coordenação técnica e a supervisão permanente da campanha, enquanto os governos provinciais, as administrações municipais e as lideranças comunitárias terão um papel determinante na mobilização das famílias e no acompanhamento dos resultados.

Apesar da dimensão da campanha, a ministra advertiu que a protecção duradoura da população infantil depende da continuidade da vacinação de rotina nas unidades sanitárias.
Para a governante, é necessário garantir que todas as crianças recebam as vacinas previstas no calendário nacional, independentemente do local onde vivem, considerando que a equidade no acesso à saúde constitui um princípio essencial para a construção de uma cobertura universal.

Sílvia Lutucuta apelou, por isso, aos governos provinciais e às administrações municipais para acompanharem diariamente a execução das actividades, assegurando que as equipas de vacinação cheguem aos bairros, às aldeias e às comunidades mais vulneráveis.

A ministra reconheceu ainda o contributo dos profissionais de saúde, das organizações comunitárias, da Cruz Vermelha e dos parceiros de desenvolvimento, sublinhando que cada criança vacinada representa uma vida protegida e um passo importante para uma geração mais saudável.

Por sua vez, a representante das Nações Unidas em Angola, Amanda Khozi Mukwashi, felicitou o Governo angolano pela realização da campanha e considerou que a iniciativa demonstra o compromisso do país com a saúde das crianças e com a construção de um futuro mais seguro.

Na sua intervenção, a representante destacou que, por detrás dos indicadores e das metas de vacinação, existem famílias que partilham o mesmo desejo: ver os seus filhos crescerem com saúde, segurança e oportunidades para um futuro melhor.

A responsável recorreu às histórias de duas mães, Melita e Helena, na província do Bengo, para ilustrar a importância da vacinação na vida das famílias. Ambas partilham a preocupação de proteger os seus filhos, demonstrando que a imunização representa muito mais do que um procedimento de saúde: é uma medida concreta de protecção da vida e do futuro das crianças.
“É uma forma de dizer a cada criança: tu és importante”, destacou Amanda Khozi Mukwashi, ao defender que o trabalho de protecção infantil não deve terminar com as campanhas extraordinárias.

A representante das Nações Unidas apontou três prioridades para a sustentabilidade dos resultados: integrar a vacinação nos cuidados básicos de saúde, aumentar o investimento nacional na qualidade dos serviços de imunização e utilizar informação clara e segura para identificar as crianças que ainda não receberam as vacinas previstas.

Reafirmou, igualmente, a disponibilidade das Nações Unidas para continuar a trabalhar ao lado do Governo de Angola, em articulação com os parceiros, incluindo a Organização Mundial da Saúde, a UNICEF e a Gavi, na promoção da saúde e na ampliação do acesso à vacinação.

O acto de lançamento da campanha reforça a importância da conjugação de esforços entre o Executivo, os parceiros internacionais, os profissionais de saúde e as comunidades para prevenir doenças e reduzir o risco de surtos.
As intervenções da ministra da Saúde e da representante das Nações Unidas convergiram na mensagem de que a vacinação deve constituir um compromisso permanente, sustentado por serviços de saúde acessíveis, investimento contínuo e participação activa das famílias.

A campanha decorre de 23 a 27 de Outubro, com o objectivo de ampliar a protecção das crianças abrangidas e fortalecer os esforços nacionais de prevenção das doenças imunopreveníveis.

A mensagem deixada aos pais e encarregados de educação é clara: levar as crianças aos postos de vacinação, manter os cartões actualizados e cumprir o calendário nacional são passos fundamentais para proteger vidas e contribuir para um futuro mais saudável para Angola.

Fonte: GTICI — Ministério da Saúde. Luanda, 23 de Outubro de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA
Governo 29-10-2026
SÍLVIA LUTUCUTA APELA À MOBILIZAÇÃO DE TODOS NA CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO PARA PROTEGER AS CRIANÇAS ANGOLANAS

Ministra da Saúde destaca o reforço da capacidade de vacinação no país e anuncia mais de 24 milhões de doses para a campanha contra a poliomielite, o sarampo e a febre amarela. Nações Unidas reafirmam apoio a Angola e defendem que nenhuma criança fique para trás.

A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, reafirmou o compromisso do Executivo angolano com a protecção da saúde infantil, ao destacar a vacinação como uma prioridade nacional e um investimento fundamental no futuro do país, durante o acto de lançamento da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, o Sarampo e a Febre Amarela, realizado esta Sexta-feira, 23 de Outubro.

Na sua intervenção, a governante sublinhou que a protecção das crianças constitui uma responsabilidade colectiva e uma condição essencial para o desenvolvimento de Angola, defendendo o envolvimento das famílias, das autoridades locais, dos profissionais de saúde, das organizações comunitárias e dos parceiros internacionais para o alcance das metas estabelecidas.
“A vacinação é gratuita, é segura e é o maior gesto de amor que podemos ter para com os nossos filhos”, enfatizou Sílvia Lutucuta, apelando aos pais e encarregados de educação para levarem as crianças aos postos de vacinação mais próximos, mesmo que já tenham recebido doses anteriormente.

A ministra salientou que a campanha decorrerá de 23 a 27 de Outubro, mobilizando mais de 24 milhões de doses de vacinas, num esforço destinado a reforçar a protecção das crianças angolanas contra doenças que continuam a representar riscos para a saúde pública.
Segundo a titular da pasta da Saúde, a operação contempla a vacinação contra a poliomielite e o sarampo em todo o território nacional, bem como a vacinação contra a febre amarela nas áreas abrangidas pela intervenção, de acordo com o planeamento definido pelas autoridades sanitárias.

Ao apresentar os avanços registados no sector, Sílvia Lutucuta destacou o financiamento das vacinas através do Orçamento Geral do Estado e a expansão da rede de serviços de vacinação como sinais do compromisso do Executivo com a saúde das populações.

De acordo com os dados apresentados pela ministra, o número de unidades sanitárias com serviços de vacinação aumentou de 1.508 para 2.244, tendo sido igualmente reforçada a cadeia de frio com a instalação de mais de 550 equipamentos solares, destinados a assegurar a conservação das vacinas e a ampliar o acesso aos serviços nas zonas mais remotas do país.

A governante acrescentou que o reforço da capacidade logística tem permitido melhorar as condições de armazenamento e distribuição das vacinas, contribuindo para que cheguem em condições adequadas às comunidades, incluindo as mais distantes dos principais centros urbanos.

Sílvia Lutucuta salientou, igualmente, que o Ministério da Saúde assegurará a coordenação técnica e a supervisão permanente da campanha, enquanto os governos provinciais, as administrações municipais e as lideranças comunitárias terão um papel determinante na mobilização das famílias e no acompanhamento dos resultados.

Apesar da dimensão da campanha, a ministra advertiu que a protecção duradoura da população infantil depende da continuidade da vacinação de rotina nas unidades sanitárias.
Para a governante, é necessário garantir que todas as crianças recebam as vacinas previstas no calendário nacional, independentemente do local onde vivem, considerando que a equidade no acesso à saúde constitui um princípio essencial para a construção de uma cobertura universal.

Sílvia Lutucuta apelou, por isso, aos governos provinciais e às administrações municipais para acompanharem diariamente a execução das actividades, assegurando que as equipas de vacinação cheguem aos bairros, às aldeias e às comunidades mais vulneráveis.

A ministra reconheceu ainda o contributo dos profissionais de saúde, das organizações comunitárias, da Cruz Vermelha e dos parceiros de desenvolvimento, sublinhando que cada criança vacinada representa uma vida protegida e um passo importante para uma geração mais saudável.

Por sua vez, a representante das Nações Unidas em Angola, Amanda Khozi Mukwashi, felicitou o Governo angolano pela realização da campanha e considerou que a iniciativa demonstra o compromisso do país com a saúde das crianças e com a construção de um futuro mais seguro.

Na sua intervenção, a representante destacou que, por detrás dos indicadores e das metas de vacinação, existem famílias que partilham o mesmo desejo: ver os seus filhos crescerem com saúde, segurança e oportunidades para um futuro melhor.

A responsável recorreu às histórias de duas mães, Melita e Helena, na província do Bengo, para ilustrar a importância da vacinação na vida das famílias. Ambas partilham a preocupação de proteger os seus filhos, demonstrando que a imunização representa muito mais do que um procedimento de saúde: é uma medida concreta de protecção da vida e do futuro das crianças.
“É uma forma de dizer a cada criança: tu és importante”, destacou Amanda Khozi Mukwashi, ao defender que o trabalho de protecção infantil não deve terminar com as campanhas extraordinárias.

A representante das Nações Unidas apontou três prioridades para a sustentabilidade dos resultados: integrar a vacinação nos cuidados básicos de saúde, aumentar o investimento nacional na qualidade dos serviços de imunização e utilizar informação clara e segura para identificar as crianças que ainda não receberam as vacinas previstas.

Reafirmou, igualmente, a disponibilidade das Nações Unidas para continuar a trabalhar ao lado do Governo de Angola, em articulação com os parceiros, incluindo a Organização Mundial da Saúde, a UNICEF e a Gavi, na promoção da saúde e na ampliação do acesso à vacinação.

O acto de lançamento da campanha reforça a importância da conjugação de esforços entre o Executivo, os parceiros internacionais, os profissionais de saúde e as comunidades para prevenir doenças e reduzir o risco de surtos.
As intervenções da ministra da Saúde e da representante das Nações Unidas convergiram na mensagem de que a vacinação deve constituir um compromisso permanente, sustentado por serviços de saúde acessíveis, investimento contínuo e participação activa das famílias.

A campanha decorre de 23 a 27 de Outubro, com o objectivo de ampliar a protecção das crianças abrangidas e fortalecer os esforços nacionais de prevenção das doenças imunopreveníveis.

A mensagem deixada aos pais e encarregados de educação é clara: levar as crianças aos postos de vacinação, manter os cartões actualizados e cumprir o calendário nacional são passos fundamentais para proteger vidas e contribuir para um futuro mais saudável para Angola.

Fonte: GTICI — Ministério da Saúde. Luanda, 23 de Outubro de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA

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