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1º FORUM NACIONAL DOS HOSPITAIS

Governo 12-03-2026
Ministra da Saúde de Angola reforça cooperação com o Brasil durante visita à Universidade Federal de São Paulo

A Ministra da Saúde de Angola, Dra. Sílvia Paula Valentim Lutucuta, participou na manhã desta quarta-feira, 11 de Março, de um encontro institucional na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), no âmbito da missão de trabalho que realiza no Brasil para reforçar a cooperação bilateral na área da formação de recursos humanos em saúde.

A governante liderou uma delegação do Ministério da Saúde composta por dirigentes e especialistas do sector, entre os quais: Dra. Helga Amélia de Campos Rodrigues, Directora Nacional de Saúde Pública, Prof. Doutor Job Monteiro, coordenador e gestor técnico da UIP- PFRHS ; Ilda Rosalina Jeremias, Directora Adjunta do Instituto de Especialização em Saúde; Flaviano Garcia Zambo, do Instituto Hematológico Pediátrico; Victória do Espírito Santo, Directora Pedagógica; bem como os Directores dos Gabinetes Provinciais de Saúde do Bengo, Cubango, Cuanza Sul, Cunene, Huambo, Icolo e Bengo, Moxico e Namibe, além de especialistas, consultores da UIP e bolseiros do PFRHS em formação na UNIFESP.

A actividade teve lugar no Anfiteatro Leitão da Cunha, nas instalações da Escola Paulista de Medicina, e contou com a presença de dirigentes académicos da universidade e responsáveis do Hospital São Paulo, instituição de referência no sistema hospitalar brasileiro.

A visita ocorreu um dia após a participação da ministra no acto inaugural que marcou o arranque do ano lectivo 2026-2027, e que contou com a presença do seu homólogo, o Ministro de estado da Saúde do Brasil Alexandra Padilha.

Participaram igualmente no encontro representantes da universidade e do hospital universitário, entre os quais a Vice-Reitora da UNIFESP, Profa. Dra. Lia Bittencourt; o Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa, Prof. Dr. Fernando Atique; a Directora da Escola Paulista de Enfermagem, Profa. Dra. Janine Schirmer; o Director da Escola Paulista de Medicina, Prof. Dr. Magnus Régios Dias da Silva; o Vice-Director do Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas, Prof. Dr. Wagner Batista; o Director do Hospital São Paulo, Dr. Nacime Salomão Mansur; o Director Técnico do hospital, Prof. Dr. Eduardo Medeiros; a Directora Clínica, Dra. Jaquelina Ota; a Coordenadora da Câmara de Pós-Graduação da Escola Paulista de Medicina, Profa. Dra. Débora Hipolide; a Coordenadora do Acordo UNIFESP-Angola em Infectologia, Profa. Dra. Mônica Tominato; a Directora da Secretaria de Relações Internacionais, Profa. Dra. Karen Spadari Ferreira; e a Profa. Dra. Bartira Roza, membro do Painel Consultivo de Especialistas em Doação e Transplante da Organização Mundial da Saúde.

Durante o encontro foram apresentadas as capacidades de formação da universidade nas áreas da saúde, incluindo programas de mestrado, doutoramento e especialização, bem como as estruturas clínicas e científicas do hospital universitário.

A Directora da Secretaria de Relações Internacionais da universidade, Karen Spadari Ferreira, destacou que a cooperação entre Angola e o Brasil tem sido fundamental para promover a qualificação de profissionais e o intercâmbio científico.

Segundo a responsável, a instituição tem contribuído de forma significativa para a formação de quadros angolanos, especialmente nas áreas da medicina, enfermagem, infectologia, investigação clínica e doenças negligenciadas.

Por sua vez, o Director Técnico do Hospital São Paulo, Prof. Dr. Eduardo Medeiros, apresentou a estrutura hospitalar da instituição, considerada uma das mais importantes unidades de ensino médico do Brasil, com destaque para as suas unidades de cuidados intensivos, centros cirúrgicos e programas de transplantes.

Na sua intervenção, a Ministra Sílvia Lutucuta sublinhou que a qualificação de recursos humanos continua a ser um dos pilares fundamentais da política pública de saúde em Angola.

Segundo explicou, o Governo angolano tem realizado investimentos significativos na construção de infra-estruturas hospitalares e na admissão de profissionais, tendo incorporado mais de 46 mil trabalhadores no sector da saúde nos últimos anos.

A governante afirmou que a parceria com instituições brasileiras representa uma oportunidade estratégica para consolidar esses avanços.
“Temos feito investimentos importantes em infra-estruturas e equipamentos, mas o maior desafio continua a ser o capital humano. Precisamos de profissionais altamente qualificados para garantir serviços de saúde de qualidade à população”, afirmou.

Durante o encontro, representantes do Ministério da Saúde do Brasil, representados pelo Dr. José Rodrigues, informaram que o programa de cooperação académica entre os dois países envolve actualmente 38 instituições brasileiras, com previsão de expansão para mais de 50 universidades e centros de formação.

Para o ano de 2026, estão previstas 1.095 vagas de formação para profissionais angolanos em diversas especialidades, incluindo medicina, enfermagem, saúde pública, cuidados intensivos, saúde comunitária e áreas laboratoriais.

Além da formação realizada no Brasil, o programa prevê também capacitações directamente em Angola, através da deslocação de especialistas brasileiros para apoiar programas de formação nas províncias.

Nas suas considerações finais, a ministra defendeu o reforço da cooperação académica entre as instituições dos dois países, incluindo a participação de professores brasileiros em programas de formação realizados em Angola.

Segundo explicou, algumas formações poderão ocorrer em formato híbrido, combinando ensino à distância com formação prática nas unidades hospitalares angolanas.
“Cerca de 20% dos profissionais virão ao exterior para formação especializada, enquanto a maioria será formada em Angola com o apoio técnico das instituições parceiras, no âmbito do Programa de Formação de Recursos Humanos em Saúde (PFRHS)”, explicou.

A governante acrescentou que Angola já dispõe de infra-estruturas hospitalares modernas e meios complementares de diagnóstico adequados, mas continua a necessitar de mais profissionais qualificados para responder às exigências do sistema nacional de saúde.

Durante a visita, a ministra dirigiu também uma mensagem aos estudantes e profissionais angolanos em formação na universidade e no Hospital São Paulo, incentivando-os a aproveitar ao máximo a oportunidade de formação.

“Aproveitem todo o conhecimento que esta universidade e os profissionais brasileiros têm para oferecer. Angola precisa do vosso compromisso e do vosso patriotismo para continuar a melhorar os seus indicadores de saúde”, destacou.

A visita insere-se no fortalecimento das relações de cooperação entre Angola e Brasil, países que mantêm uma parceria histórica no domínio da educação, ciência e saúde.

No final do encontro, a ministra transmitiu cumprimentos institucionais ao Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e ao Presidente de Angola, João Lourenço, destacando o compromisso de ambos os governos em continuar a aprofundar a colaboração bilateral para a formação de quadros e o desenvolvimento dos sistemas de saúde.

Para as autoridades académicas da universidade paulista, o encontro representa mais um passo no fortalecimento de uma cooperação estratégica que tem contribuído para a formação de profissionais altamente qualificados e para o avanço da investigação científica em saúde.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO
Governo 11-03-2026
Ministra da Saúde de Angola apresenta avanços na formação de quadros durante aula inaugural na USP

A ministra da Saúde de Angola, Dra Sílvia Paula Valentim Lutucuta, apresentou, nesta Terça-feira, 10 de Março, um balanço dos investimentos e resultados alcançados no sector da saúde angolano, com destaque para o reforço da formação de recursos humanos, durante a aula inaugural do Ciclo 2026 do Programa de Formação de Recursos Humanos em Saúde Brasil–Angola, realizada na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), na cidade de São Paulo.

O evento reuniu autoridades dos governos de Angola e do Brasil, entre as quais a directora adjunta do Instituto de Especialização em Saúde (IES), Dra. Ilda Jeremias, a Directora Nacional para a Saúde Pública, directores de gabinetes provinciais de saúde, representantes do Ministério da Saúde do Brasil, membros da coordenação da Unidade de Implementação do Projecto de Formação dos Recursos Humanos em Saúde (PFRHS), Prof. Dr. Job Monteiro, especialistas e consultores do Ministério da Saúde de Angola, técnicos do programa e bolseiros angolanos que frequentam instituições académicas brasileiras.

Entre os responsáveis provinciais presentes estiveram os directores dos gabinetes provinciais de saúde do Bengo, Cubango, Cuanza Sul, Cunene, Huambo, Icolo e Bengo, Moxico, Lunda Norte , Namibe, Huambo e Luanda, bem como representantes de instituições hospitalares e pedagógicas ligadas ao sector da saúde.

Durante a aula Magna, a ministra destacou os avanços registados pelo sector da saúde angolano nos últimos anos, com particular ênfase na expansão da força de trabalho e na qualificação de profissionais.

Segundo Sílvia Lutucuta, Angola realizou recentemente os três maiores concursos públicos da história do sector da saúde, permitindo um aumento de 43,6% da força de trabalho, passo considerado fundamental para alcançar a cobertura universal dos serviços de saúde no país.

No domínio da formação médica, a ministra revelou que cerca de 4.000 médicos internos de especialidade encontram-se actualmente em formação em Angola, distribuídos por 39 programas de especialização, com destaque para a medicina geral e familiar. Apenas em 2025 foram certificados 399 novos especialistas nesta área.

Outro marco destacado foi o início, pela primeira vez no sector público angolano, da formação pós-graduada em enfermagem, estruturada em 10 programas de especialização. A iniciativa deverá permitir a qualificação de 3.954 enfermeiros em áreas consideradas prioritárias, como enfermagem médico-cirúrgica, saúde comunitária, pediatria, saúde materna e neonatal, emergência e trauma, nefrologia, cuidados intensivos, infectologia, dermatologia com ênfase em feridas, anestesiologia e reanimação.

A ministra sublinhou que estas iniciativas fazem parte de um programa nacional de especialização de 38 mil profissionais de saúde até 2028. Deste total, 20% deverão realizar formação no exterior, enquanto 80% serão formados em Angola, reforçando simultaneamente a capacidade interna do sistema nacional de saúde.

No âmbito da cooperação com o Brasil, Sílvia Lutucuta informou que 11.648 profissionais angolanos já beneficiam directamente das iniciativas de formação, incluindo 1.174 profissionais actualmente em formação no exterior.

Entre estes, 783 profissionais realizam os seus estudos no Brasil, número que deverá aumentar ainda este ano, com mais de 800 novos profissionais com processos de formação em preparação.

A cooperação envolve 68 instituições brasileiras de ensino e investigação, distribuídas por 23 estados, que acolhem profissionais angolanos em programas de estágios de curta, média e longa duração, especializações e programas de fellowship.
Para o ano académico de 2026, as instituições brasileiras disponibilizaram 1.403 vagas de formação, das quais 771 já foram preenchidas por profissionais angolanos seleccionados para iniciar os seus estudos no Brasil.

Durante o discurso, a ministra destacou ainda que a cooperação bilateral na área da saúde ganhou novo impulso após a visita do Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva a Angola, em 2023, recordando também o acordo de cooperação assinado a 23 de abril de 2024, que consolidou a parceria entre os dois países na formação de quadros e no intercâmbio científico.

Sílvia Lutucuta agradeceu igualmente o apoio institucional do Presidente da República de Angola, João Lourenço, cuja visão estratégica, afirmou, tem colocado o sector social, em particular a saúde, entre as prioridades nacionais.

Ao encerrar a sua intervenção, a ministra dirigiu uma mensagem aos profissionais angolanos em formação no Brasil, sublinhando a importância do seu contributo para o fortalecimento do sistema nacional de saúde.

“Precisamos de vocês. Estamos convosco para construir o futuro das próximas gerações”, afirmou.

A cerimónia teve início às 8h30, com a abertura da sala virtual, seguindo-se às 9h00 a abertura oficial e a composição da mesa de autoridades.

A sessão solene contou com intervenções do reitor da Universidade de São Paulo, Aluísio Augusto Cotrim Segurado, do director da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), embaixador Ruy Carlos Pereira, do presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Arthur Chioro, da ministra da Saúde de Angola, Sílvia Lutucuta, e do *ministro de estado da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha.

Na sequência, foram realizadas palestras temáticas, com destaque para a intervenção do ministro brasileiro da Saúde, Alexandre Padilha, que apresentou o tema “SUS Soberano” e na sequência a Ministra Sílvia Lutucuta que abordou o tema sobre “Serviço Nacional de Saúde: Situação Actual e Perspectivas Futuras”.

A programação incluiu ainda um momento de partilha de experiências, com depoimentos de preceptores, tutores, estudantes e profissionais bolseiros regressados ao país no âmbito do programa de formação, destacando o impacto da cooperação académica entre Angola e Brasil.

Durante o evento foram igualmente entregues certificados de honra ao mérito a instituições brasileiras que participam no programa, entre elas a Universidade de São Paulo, o Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão, a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte e o Complexo Hospitalar Universitário da Universidade Federal do Paraná.

Outro momento de destaque foi a assinatura do Plano de Trabalho para o ciclo 2026 do Programa Brasil–Angola, formalizada por representantes dos ministérios da saúde dos dois países, da Agência Brasileira de Cooperação e da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares.

A cerimónia terminou com a foto oficial das autoridades e a apresentação de informes institucionais sobre o ciclo 2026, incluindo o lançamento de materiais de acolhimento para instituições formadoras e estudantes, uma chamada temática para submissão de manuscritos científicos sobre o programa e a apresentação de um curso virtual com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: GABINETES DE COMUNICAÇÃO
Governo 09-03-2026
Ministra da Saúde reforça formação médica e avalia cumprimento de rotações no internato médico

Prevendo a melhoria do desempenho dos profissionais de saúde do polo de formação de Cabinda, bem como dos quadros em internato nas várias unidades hospitalares de Luanda, como o Complexo Hospitalar de Doenças Cardio‑Pulmonares Cardeal Dom Alexandre do Nascimento, o Hospital Pediátrico e Maternidade Pedro Azancote de Menezes, o Hospital Josina Machel, o Hospital Pediátrico David Bernardino, o Hospital do Prenda, a Maternidade Lucrécia Paim e outros centros de referência, a Ministra da Saúde, Sílvia Paula Valentim Lutucuta, tem reforçado o acompanhamento dos médicos internos da província de Cabinda, actualmente em formação especializada e rotação em diversas unidades hospitalares do país, no âmbito do Projecto de Formação de Recursos Humanos para a Cobertura Universal de Saúde (PFRHS), financiado pelo Governo de Angola com apoio do Banco Mundial.

Ontem, 5 de março de 2026, a Ministra manteve um encontro de auscultação com os médicos internos do polo de Cabinda em rotação nas várias unidades e complexos hospitalares de Luanda. O evento decorreu no Complexo Hospitalar General Pedro Maria Tonha “Pedalé”, onde deixou orientações e conselhos importantes aos profissionais. Durante a sessão, *Sílvia Lutucuta incentivou os médicos internos a manterem o compromisso com a excelência, a ética profissional e o aperfeiçoamento contínuo das competências científicas e técnicas.

A governante destacou a importância de transformar os desafios do internato em oportunidades de crescimento profissional, reforçando a dedicação, disciplina e espírito de missão no exercício da medicina:
“A formação especializada exige rigor, responsabilidade e permanente actualização científica. O país espera de cada um de vocês profissionais competentes, capazes de contribuir para a modernização e o fortalecimento do nosso sistema de saúde”, sublinhou.

Hoje, 6 de março de 2026, a Ministra reuniu-se em Luanda com a coordenação da unidade de implementação do programa de formação de recursos humanos em saúde (UIP PFRHS), o Instituto de Especialização em Saúde (IES), e todos os diretores pedagógicos das unidades hospitalares formadoras. O encontro contou com a presença dos Secretários de Estado para a Saúde Pública, Carlos Alberto Pinto de Sousa, e para a Área Hospitalar, Leonardo Inocêncio, bem como do coordenador e gestor da UIP PFRHS, Dr. Job Monteiro, e da directora adjunta do IES, Dra. Wilda Geremias, além dos especialistas da unidade do PFRHS.

O objectivo principal desta reunião foi avaliar as rotações médicas dos internos de Cabinda, discutir estratégias de acompanhamento pedagógico, melhorar a qualidade da formação prática e definir prioridades para a participação em programas de formação avançada e mobilidade internacional. Este grupo é considerado uma reserva estratégica nacional de quadros altamente qualificados, cujo desenvolvimento profissional deve ser acompanhado de forma prioritária.

Na sequência deste encontro, a Ministra da Saúde reuniu-se com todos os directores pedagógicos das unidades hospitalares em Luanda para alinhar, em conjunto, as melhores estratégias de intervenção e acompanhamento dos médicos internos, garantindo maior integração entre as unidades de internato e promovendo um ambiente propício ao aprendizado prático. O objectivo é assegurar que os profissionais adquiram conhecimento sólido em diversas especialidades médicas e possam aplicar efectivamente as competências adquiridas nas suas rotações, fortalecendo a qualidade do atendimento e a capacidade técnica das instituições hospitalares.

A iniciativa enquadra-se no compromisso do PFRHS de fortalecer a formação médica especializada em Angola, garantindo que os médicos internos tenham acesso a programas estruturados, intercâmbio institucional e centros de referência internacional.

Actualmente, o Polo de Cabinda acompanha 369 médicos internos, distribuídos por hospitais da província de Cabinda e unidades satélite em várias regiões do país, abrangendo especialidades como medicina familiar, pediatria, ginecologia e obstetrícia, cirurgia geral, neurocirurgia, cardiologia, anestesiologia, nefrologia, entre outras.

Com estas acções, o Ministério da Saúde reforça o compromisso de formar uma nova geração de especialistas altamente capacitados, capazes de contribuir para o desenvolvimento técnico, científico e assistencial do sistema nacional de saúde, em benefício da população angolana.

Fonte: Sem fonte

minsa.gov.ao Ministro(a)

Sílvia Paula Valentim Lutucuta



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