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COVID-19: Mais três pacientes recuperados


Os pacientes recuperados são agora 17, no universo de 48 casos positivos, dos quais 21 de transmissão local e os restantes importados. Do número total, dois casos resultaram em morte.




Fazendo uma distribuição por zonas, o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, no ponto informativo sobre a COVID-19 desta sexta-feira, 15, que o Distrito Urbano da Maianga, comparado aos demais do município de Luanda, tem maior número de casos positivos da COVID-19.



Na totalidade são 14 e todos foram registados no bairro Cassenda. Neste momento, dois estão recuperados e um caso culminou em morte.



O Distrito Urbano da Ingombota também tem dois pacientes recuperados e o Distrito do Sambizanga um activo e igual número de recuperados.



No município de Belas registaram-se 12 casos positivos, dos quais cinco activos, seis recuperados e um óbito, no Talatona contam-se seis activos e quatro recuperados e no Kilamba- Kiaxi foram diagnosticados quatro casos, dos quais três estão activos e um recuperado. Do município de Cacuaco existe um paciente recuperado e seis activos do Cazenga.



Em termos percentuais, 77 por cento dos infectados estão na faixa etária dos 20 e 59 anos e 68,7 por cento são do sexo masculino. Dos 48 casos notificados, 85 por cento são assintomáticos e 15 por cento apresentaram diferentes sintomas da doença.



Quanto aos países de proveniência, Portugal lidera a estatística com 78 por cento e 22 por cento dos infectados regressaram de Espanha, Brasil, África do Sul, Cuba e França.



O Instituto Nacional de Investigação em Saúde colheu 6.236 amostras, das quais 48 positivas, 5.680 negativas e 501 em processamento. Os casos suspeitos e investigados são 436 e os contactos seguidos 1.111.



Nos centros de quarentena institucional estão 720 cidadãos e 129 tiveram altas, sendo 87 em Luanda, 21 em Cabinda, oito no Uíge, nove no Zaire, três em Benguela e uma no Bié.



O Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) registou 81 chamadas, das quais uma denúncia de violação de quarentena domiciliar e 80 para obtenção de informação sobre a COVID-19. Por sua vez, as equipas de respostas rápidas investigaram três casos suspeitos e os descartaram posteriormente por não estarem relacionados com a doença.



Em todo o país, segundo Franco Mufinda, estão a ser colhidas amostras e encaminhadas para o seu processamento em Luanda. Em Benguela e Huambo decorrem formações sobre gestão de casos da COVID-19 para técnicos de saúde, e em Cabinda foram realizados vários encontros de sensibilização da população sobre a prevenção e combate da pandemia.



A província da Lunda Sul realizou buscas activas de casos suspeitos nos postos de saúde e na Lunda Norte a acção relevante é o trabalho de desinfecção do aeroporto.